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domingo, 25 de outubro de 2015

Os 12 meses do bebé e a diversificação alimentar: "luz verde" para (quase!) todos os alimentos e a receita de muffins de maçã e especiarias que os bebés são devorar!

No fim-de-semana passado, a melhor pediatra do mundo (MPM) veio visitar-nos e aproveitou para fazer a consulta dos 12 meses ao pequeno FM.

Tal como os 4 meses, os 6 meses e os 9 meses, os 12 meses são um marco na diversificação alimentar do bebé.

A etapa dos 12 meses é marcada, essencialmente, pela "luz verde" para (quase!) todos os alimentos.

A partir dos 1.º ano de vida do bebé, a alimentação do bebé passa a conta com...

1. Mel 

Com bom senso - e em pouca quantidade - podemos oferecer mel ao bebé como adoçante natural. O mel tem inúmeros benefícios especialmente no combate a infeções reforçando o sistema imunitário do bebé.

2. Especiarias doces e ervas aromáticas

As ervas aromáticas podem começar a ser introduzidas a partir dos 6 meses - especialmente funcho/erva-doce e sementes de coentros por serem bons aliados no combate aos gases dos bebés e terem propriedades relaxantes e anti-inflamatórias.

A hortelã pimenta, salsa, cebolinho, oregãos e manjericão devem ser introduzidos, espaçadamente, para nos certificarmos que não existe nenhuma reação alérgica permitindo também a adaptação aos novos sabores. Contudo, os 12 meses têm sido apontados pelos especialistas como a etapa consensual para a utilização plena das mesmas.

Devemos estimular e desenvolver o paladar do bebé introduzindo novos sabores pois só assim conseguiremos ter pratos ricos, saborosos e reduzir (ou até eliminar) o consumo de sal.

As especiarias não devem ser introduzidas antes dos 12 meses.

A partir dos 12 meses, temos luz verde para a introdução de especiarias "doces" (baunilha, canela, anis, açafrão, noz moscada, cominhos, cravinho da índia) continuando vedada a utilização de especiarias picantes (qualquer tipo de pimenta).

O "gosto" ensina-se, estimula-se e vai sendo construído e consolidado ao longo da nossa vida apresentando-se como um processo de aprendizagem como tantos outros.

Não tenham receio de "arriscar" pois as crianças são, em geral, muito abertas a novos sabores e texturas dado não estarem "formatadas" para o padrão de alimentação tradicional, muitas vezes tão pouco "interessante".

Devemos ter especial cuidado ao comprar especiarias e ervas aromáticas (secas) pois estas devem ser de boa qualidade e o processo de secagem/desidratação tem de ser devidamente controlado sob pena de causar problemas na saúde do bebé (e dos adultos!). Devem ser cozinhadas juntamente com os outros alimentos para que nos certifiquemos da eliminação de qualquer microorganismos prejudiciais ao bebé.

As especiarias e ervas aromáticas secas devem ser guardadas num local seco e fresco e bem seladas para preservarem as suas características. JAMAIS deve ser adoptada a "prática" comum de as guardar junto do fogão!

3. Sal

A partir dos 12 meses é possível - se os pais desejarem - introduzir (uma pitada de) sal na alimentação do bebé.

Se possível, deve ser utilizado sal iodado (enriquecido com iodo), sempre com uma boa dose de bom senso!

4. Carne de vitela

A partir dos 12 meses podemos introduzir carne de vitela na alimentação do bebé.

Contudo, devemos continuar a privilegiar o consumo de carnes brancas e magras (frango, galinha, peru, coelho, avestruz) continuando sempre com o cuidado de as cozinhar bem e de lhes retirar toda a gordura visível dada a sua especial aptidão para potenciar o aumento de peso e o aumento do "mau colesterol" - LDL.

E aos 12 meses, continuam a estar "vedados"...

1. Marisco

Devido ao potencial risco alergénico (e muitas vezes tóxico!).

2. Carne de porco

Devido ao potencial risco alergénico.

3. Especiarias picantes

4. Frutos vermelhos

Morangos, amoras, framboesas devem ser evitados devido ao potencial risco alergénico.

5. Chás (e não tisanas ou infusões), café, bebidas estimulantes e sumos

Tendo em conta o teor de cafeína que os chás e outras bebidas estimulantes contêm, continuam a não ser permitidos na alimentação do bebé.

Os sumos, devido ao elevado teor de açúcar e outros componentes, também devem continuar excluídos da alimentação do bebé.

6. Chocolate

Devido ao potencial risco alergénico. E, claro, além da questão do teor de açúcar que contém...

7. Açúcar

Aconselho, vivamente, a leitura desta reportagem (grande reportagem SIC) para que todos fiquem esclarecidos sobre o tema e possam fazer as suas escolhas de forma esclarecida: "Somos o que comemos". A reportagem, em formato visual, pode ser encontrada aqui.

8.Iogurtes "normais"

Devem continuar a ser oferecidos iogurtes elaborados com leite de transição.

9. Leite de vaca 

Um tópico que, nos últimos tempos, tem gerado uma grande discussão académica dividindo opiniões de todos os especialistas.

Contudo, a maioria dos profissionais não aconselha, de todo, a sua introdução antes dos 2-3 anos de idade.

Se a mãe já não amamenta, é aconselhável a manutenção do leite de transição (leite em pó).

Continuar os BONS HÁBITOS alimentares

Relativamente à logística da preparação de refeições, cada família terá, seguramente, a sua própria dinâmica.

Se introduzirem sal na alimentação do bebé, podem reduzir (ou acabar!) com a logística de fazer sopas diferentes para pais e bebés.

Nesta fase, o bebé deve continuar a fazer as duas refeições principais (almoço e jantar) começando com sopa e, de seguida, introduzir o segundo prato.

Como todos sabemos, para qualquer bebé é mais interessante partilhar o segundo prato com os pais - diretamente do prato dos pais! - do que comer no seu próprio prato.

Como explicava a MPM, faz parte da nossa cultura ancestral o sentimento de partilhar a refeição com os adultos por ser uma forma de integração na "matilha"! Por isso, se assim entenderem, podem oferecer a sopa ao bebé e, de seguida, partilhar o segundo prato com o bebé tornando a refeição num momento em família introduzindo e consolidando a importância do momento da refeição em conjunto.

Os bebés que apresentam (ou continuam a apresentar) mais resistência aos pratos sólidos, devem comer sopa com peixe, carne ou ovo (alternadamente - e caso não apresente qualquer alergia a nenhum dos elementos - para que não haja um excesso de proteína para o organismo) garantindo, desta forma, a ingestão das proteínas necessárias ao seu desenvolvimento. "Petiscarão" o segundo prato com os pais para que, a seu tempo, se consolide a introdução de um segundo prato sólido na íntegra.

Nesta fase, devemos continuar a privilegiar sopa com texturas diferentes para que o bebé desenvolva e estimule a mastigação.

Quanto às principais fontes de hidratos de carbono (papas/pão): devemos continuar a optar por cereais parcialmente refinados - tal como o devemos fazer na nossa alimentação - e continuar a privilegiar, se possível, a elaboração de papas caseiras e oferecer pão caseiro. Sempre que possível, devemos optar por pão sem sal ou com baixo teor de sal e sem adição de outros ingredientes (leite, açúcar, ovos) e aditivos.

Como sabem, aos 7 meses introduzi a cenoura crua na alimentação do FM para estimular e promover a mastigação do bebé e, ao mesmo tempo,  atenuar o desconforto do nascimento dos primeiros dentes (ver mais dicas sobre este tema aqui).

Fui introduzindo também maçã e pêra cruas e a aceitação foi ótima!

Devemos continuar a estimular a mastigação oferecendo ao bebé fruta crua e legumes crus (cenoura, aipo, acabate entre outros) não ficando reduzidos ao típico "pão e bolachas" para estimular a mastigação.

O consumo de produtos de qualidade, de preferência biológicos e na sua forma natural, deve se um hábito implementado desde o primeiro dia e continuado ao longo da vida, quer para o bebé/criança, quer para os pais.

Os hábitos alimentares das crianças são aqueles que vivenciam em casa e que lhes são incutidos.

Todos nós (pais e educadores) temos a responsabilidade de fomentar bons hábitos alimentares em família, com rigor (mas sem fundamentalismos), pois só assim conseguiremos criar crianças - futuros adultos - saudáveis.

A alimentação é, cada vez mais, vista como um elemento profilático - prevenção de doenças -  e, por isso, juntamente com uma boa dose de bom senso e de conhecimento, cada família fará as escolhas que entenda serem as mais adequadas para os seus filhos.

Com a diversificação alimentar - especialmente nesta fase - cada família, de acordo com a sua dinâmica e opção alimentar - deve estar esclarecida e consciente que a adoção de cada escolha comportará certos riscos que estarão/não dispostos a assumir.

NUNCA se esqueçam que cada criança é uma criança e que as dicas que aqui partilho poderão não ser as mais adequadas para os vossos filhos. Não deixem de consultar o vosso pediatra que melhor adequará a diversificação alimentar tendo em conta as características do vosso bebé!

Por fim, partilho uma receita deliciosa de muffins para os bebés com mais de 12 meses e que, seguramente, será também devorada pelos pais!


Quadro-resumo 
A diversificação alimentar no primeiro ano de vida do bebé

4 meses
6 meses
9 meses
12 meses
Fruta
Banana
Maçã
Pêra
Abacate
Ameixas
Damasco
Laranja
Marmelo
Melancia
Melão
Meloa
Manga
Papaia
Uva
Diospiro Nêsperas
Ananás
Citrinos*
Frutos vermelhos
Maracujá
Vegetais
Legumes
Leguminosas
Abóbora
Alface
Alho
Alho Francês
Batata
Batata doce
Cebola
Cenoura
Curgete
Alho Francês
Agrião
Acelgas
Beringela
Bróculos
Chuchu
Couve-glor
Espinafres
Feijão-verde
Couve coração-de-boi*
Couve-branca*
Leguminosas*  (feijão, grão, favas, ervilhas)
Nabiça*
Nabo*
Tomate*
Pimento
Beterraba

Cereais
Sem glúten
-farinha de arroz
-aveia (sem glúten)
Introdução de cereais com glúten:
-pão
-trigo

 ---
 ---
Carne
---
Carnes magras:
-Avestruz
-Borrego
-Coelho
-Frango
-Perú
---
Vitela
Peixe
---
---
- Salmão
- Dourada
- Robalo
- Peixe-espada
- Bacalhau (fresco)
- Atum (fresco)
- Linguado
- Maruca
- pescada
 ---
Lacticínios e ovo
---
Iogurte com leite de transição
Gema + clara (1 ovo por semana)
---
Condimentos e temperos (sal, ervas aromáticas e especiarias)

1 fio de azeite em cru na sopa
Sementes de coentros

Funcho
- Salsa  
Especiarias doces:

- Açafrão
- Baunilha
- Canela
- Cravinho
- Cardamomo
- Mel
- Noz moscada

Sal fortificado com iodo (com muito bom senso e moderação!) 

* Podem introduzir-se antes segundo orientação do vosso pediatra!


Muffins de maçã com especiarias (+ 12 meses)

Ingredientes
100 g de farinha
2 colheres de sopa de mel de montanha
1 ovo biológico
1 colher de chá de canela em pó
1/2 colher de chá de erva doce
50 ml de azeite (ou óleo de girassol)
1 maçã

Pré-aquecer o forno a 200.º C.

Colocar as formas de papel dentro das formas de muffins/queques.

Numa taça, misturar a farinha, o mel, o ovo, o fermento em pó, a canela e a erva doce.

Adicionar  o azeite aos elementos secos e envolver bem com uma vara de arames.

Adicionar os cubos de maçã, delicadamente, à massa.

Dividir a massa pelas formas enchendo cada forma até 3/4.

Levar ao forno cerca de 15 minutos ou até estarem dourados e o teste do palito sair seco.

Retirar do forno e deixar arrefecer, totalmente, em cima de uma rede.

Antes de servir, polvilhar com canela em pó.




quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Muffins de framboesa e canela

Para os fãs de framboesa, esta receita super leve e saudável é imperdível!

Uma receita de muffins vegan, sem ovo nem leite de vaca. 

O resultado final é divinal: muffins leves, super fofos e mesmo muito deliciosos! 

Uma boa opção para  acompanhar um chá ao final da noite ou para reconfortar a alma durante o dia de trabalho.

É também uma solução saudável e prática para o lanche dos miúdos que as mães podem colocar nas lancheiras.

Ingredientes
100 g de farinha integral
125 g de farinha sem fermento
100 g de açúcar
1 colher de chá de bicabornato de sódio
3 colheres de chá de fermento em pó
1 pitada de sal
1 colher de chá de canela em pó
raspa de 1 laranja
1 vagem de baunilha
225 ml de bebida de aveia
50 ml de óleo de girassol
150 g de framboesas frescas
12 formas de queques em papel

Pré-aquecer o forno a 200.º C.

Colocar as formas de papel dentro das formas de muffins/queques.

Numa taça, misturar as farinhas, o açúcar, o bicarbonato de sódio, o fermento, o sal, a canela, a raspa da laranja e as sementes de baunilha.

Noutra taça, misturar a bebida de aveia e o óleo de girassol.

Adicionar aos elementos secos e envolver bem com uma vara de arames.

Adicionar as framboesas, delicadamente, à massa.

Dividir a massa pelas formas enchendo cada forma até 3/4.

Levar ao forno cerca de 20 minutos ou até estarem dourados e o teste do palito sair seco.

Retirar do forno e deixar arrefecer, totalmente, em cima de uma grelha.

(QSF, framboesas, setembro 2015)

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Bolo fofo de chocolate para um dia especial

Em dia de aniversário não pode faltar O bolo.

Quem me conhece, sabe que não sou amante de bolos com cremes, grandes recheios ou coberturas preferindo bolos simples, claramente "caseiros".

Por isso, este ano, fiz um dos meus bolos de eleição: bolo fofo de chocolate, cuja receita já estava aqui. Para ser mais "festivo", optei por um recheio e por uma cobertura de chocolate simples mas, para mim, divinais. 

É um bolo fácil e rápido de fazer! O resultado foi o esperado: um bolo que desaparece em segundos! Não ficou uma única fatia para conseguir fotografar!

Ingredientes (24 pessoas)
12 ovos
400 g de açúcar amarelo
250 g de farinha sem fermento
200 ml de óleo de girassol
100 g de cacau em pó
1 pitada de sal
1 colher de chá de fermento em pó

Pré-aquecer o forno a 180.º C.

Untar duas formas redondas, com 21 cm de diâmetro, e polvilhar com cacau de forma homogênea.

Numa taça, colocar os ovos, o açúcar, a farinha, o óleo, o cacau e o sal.

Bater tudo com a batedeira durante 10 minutos.

De seguida, adicionar o fermento em pó e envolver.

Dividir a massa pelas duas formas e levar ao forno cerca de 45 minutos ou até o palito sair seco.

Desenformar os bolos e colocar em cima de uma grade até estarem completamente frios.

Para a cobertura
400 g de chocolate 70% cacau
200 ml de natas
physalis q.b.

Partir o chocolate em pequenos pedaços.

Colocar as natas num tacho e levar a lume brando até ferver.

Adicionar o chocolate e mexer sem parar até obter um creme homogêneo.

Barrar o topo de 1 bolo e colocar o outro bolo em cima.

Barrar o bolo na íntegra e, com ajuda de uma espátula, conferir a textura desejada.

Decorar com physalis ou fruta a gosto.


















quarta-feira, 8 de abril de 2015

Pão-de-ló

Não há casa portuguesa que jamais tenha experimentado a receita de pão-de-ló.

Esta receita é uma das receitas de pão-de-ló tradicionais portuguesas que "roubei" do livro de receitas da minha mãe.

Podemos utilizar esta receita para confecionar a base de um bolo festivo (devidamente decorado e recheado) ou, simplesmente, para servir, simplesmente, uma deliciosa fatia de pão-de-ló.

Ingredientes
6 ovos biológicos (330 g)
o mesmo peso dos ovos (com casca) em açúcar (aqui 330 g)
metade do peso de ovos (com casca) em farinha (165 g)
1 colher de café de fermento em pó
açúcar em pó q.b.

Pré-aquecer o forno a 180.º C.

Untar uma forma redonda com buraco no centro com manteiga e polvilhar com farinha.

Separar as gemas das claras em duas taças.

Numa taça, bater as gemas com o açúcar até obter um creme esbranquiçado e fofo.

Bater as claras em castelo e envolver das claras batidas no preparado de gemas.

Envolver metade da farinha peneirada e, por fim, o resto das claras batidas em castelo e farinha sobejante.

Adicionar o fermento em pó e distribuir a massa pela forma.

Levar ao forno 40 minutos ou até o palito sair seco.

Retirar do forno, desenformar e deixar arrefecer, completamente, em cima de uma grelha.

Antes de servir, podem polvilhar com açúcar em pó.






terça-feira, 7 de abril de 2015

Bolo de cenoura com cacau

A primavera combina, lindamente, com bolo de cenoura.

O cheiro, o sabor e a textura do bolo de cenoura da minha mãe fazem parte das minhas memórias de infância.

Contudo, a receita passeava na cozinha da minha mãe, numa folha solta, e só agora tive oportunidade de a recuperar.

Farinha integral e cenouras biológicas reunidas num bolo só pode ser fabuloso!

É um bolo simples e delicioso! Apesar de ser acompanhado de uma cobertura de chocolate preto, a minha mãe apresentava-o muitas vezes simples, sem cobertura: e que bom que era o bolo de cenoura da mãe!

Ingredientes
3 cenouras médias (cerca de 250 g de cenouras descascadas)
3 ovos
200 ml de óleo de girassol
2 chávenas de açúcar amarelo
1 chávena de farinha sem fermento
1 chávena de farinha integral
1 colher de chá de fermento em pó
cacau q.b.
açúcar em pó q.b.

Pré-aquecer o forno a 180.º C.

Untar uma forma redonda com buraco no centro com manteiga e polvilhar com farinha.

Descascar as cenouras e partir em pedaços.

Colocar a cenoura partida, os ovos, o óleo e o açúcar no liquidificador e triturar.

Adicionar as farinhas e o fermento peneirados ao preparado anterior.

Distribuir a massa pela forma e levar ao forno 40 minutos ou até o palito sair seco.

Retirar do forno, desenformar e deixar arrefecer em cima de uma grelha.

Antes de servir, polvilhar com açúcar e cacau em pó a gosto.


segunda-feira, 30 de março de 2015

Bolo de limão perfumado com flor de alecrim

O meu alecrim está mais bonito que nunca! Era impossível deixar passar esta época primaveril, com o alecrim em flor em todo o seu esplendor, sem lhe fazer a devida homenagem.

Um dos bolo preferidos cá de casa é o bolo de limão o que facilitou "a-árdura-tarefa-de-perguntar-decidir-O-bolo-a-cozinhar".

Venha daí o alecrim e a sua linda flor!

Ingredientes
4 ovos caseiros
1 + 1/2 chávena de açúcar amarelo
50 ml de sumo de limão
raspa de 1 limão biológico
1/2 chávena de óleo de girassol
2 iogurtes naturais
2 chávenas de farinha sem fermento
1 colher de chá de fermento em pó
1 colher da sopa de alecrim picado

Pré-aquecer o forno a 180.º C.

Untar uma forma de bolo inglês com manteiga e polvilhar com farinha.

Numa taça, bater os ovos inteiros com o açúcar até obter um creme fofo.

Adicionar o sumo e a raspa do limão, o óleo, os iogurte e continuar a bater.

Envolver a farinha e o fermento peneirados e o alecrim picado.

Distribuir a massa pela forma e levar ao forno de 30 minutos ou até o palito sair seco.

Retirar do forno, desenformar e deixar arrefecer em cima de uma grelha.

Antes de servir, polvilhar com raspa de limão.

(Quinta de São Francisco, Alecrim, março de 2015)





sexta-feira, 20 de março de 2015

Bolo de côco e limão

Bem-vinda querida Primavera!
Na melhor que um delicioso bolo de côco para celebrar a chegada da minha estação preferida.
De fácil e rápida execução, foi um dos primeiros bolos que me lembro de fazer. A receita andava "perdida" pelo livro de receitas da minha mãe, merecendo ser preservada.

Ingredientes
4 ovos
1 iogurte natural
50 g de côco ralado
250 g de açúcar
90 ml de óleo de girassol
raspa de 1 limão
150 g de farinha com fermento

Pré-aquecer o forno a 180.º C.

Untar uma forma rectângular e reservar.

Numa taça, bater os ovos com o iogurte, côco, açúcar, o óleo e a raspa do limão.

Envolver a farinha peneirada e distribuir pela forma.

Levar ao forno 35 minutos ou até o palito sair seco.

Retirar do forno, desenformar e deixar arrefecer em cima de uma grelha.