segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Coff Coff - Xarope caseiro para a tosse seca

Coff Coffffffffffffffffffff

Hoje o Camomila Limão celebra 2 anos de vida!

Contudo, no fim-de-semana não houve tempo para grandes incursões culinárias...

Todos os anos, por esta altura, é inevitável a visita da "tosse seca" lá por casa! Quem não desespera com "ataques" de tosse seca, irritante, que não deixa ninguém dormir nem descansar?

Há muitos anos que utilizamos um xarope caseiro verdadeiramente milagroso!

A receita foi transmitida ao meu pai por um médico amigo da família e é um verdadeiro "milagre" na luta contra a tosse seca!

Estas plantas têm propriedades analgésicas, anti-inflamatórias e descongestionantes sendo, por isso, especialmente eficazes no tratamento da tosse seca.

É uma receita muito simples e rápida de fazer! 

Quando o xarope estiver frio, podem adicionar vinho do porto que servirá de conservante natural. Contudo, devem guardá-lo no frigorífico durante 1 mês.

Por experiência própria, a tosse costuma melhorar ao fim de 3 ou 4 dias de toma e desaparece em poucos dias.

Podem comprar todos os ingredientes em qualquer loja de produtos naturais/dietéticos (por exemplo, Celeiro, Terra Pura, ou em qualquer outra) e nas áreas vida/produtos dietéticos de alguns hipermercados.

Quando fotografei a receita, apercebi-me que tinha utilizado todo o cipreste na elaboração das (várias) doses de xarope e, por isso, já não tinha cipreste para fotografar... ficaram apenas registadas as folhas de eucalipto, a rama de pinheiro bravo, as malvas, as tanchagens, o açúcar branco e o vinho do porto.

Ingredientes
500 ml de água
2 colheres de sopa cheias de folha de eucalipto
2 colheres de sopa cheias de rama de pinheiro bravo
2 colheres de sopa cheias de malvas
2 colheres de sopa cheias de cipreste adulto
3 colheres de sopa cheias de tanchagem
750 g de açúcar branco
3 chávenas de café (expresso) de vinho do porto (opcional)

Colocar a água num tacho e levar ao lume alto até ferver.

Adicionar as plantas raladas e deixar cozer, em lume baixo, durante 10 minutos.

Retirar do lume e coar.

Adicionar o açúcar à mistura de ervas coada e levar, novamente, a lume médio até ficar xaroposo (com uma textura mais "grossa" que o chá mas sem fazer fio).

Colocar o xarope num frasco e deixar arrefecer.

Assim que estiver frio, podem adicionar o vinho do porto.

Guardar no frigorífico e tomar 2 colheres de sopa do xarope, de 2 horas em 2 horas.




quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Sweet November

Um dos meus recantos preferidos cá de casa no seu esplendor outonal!

Porque somos viciados em fruta no seu estado mais puro!

(Diospiros - QSF, 1 de novembro de 2015)
(Diospiros -QSF, 1 de novembro de 2015)
(Diospiros -QSF, 1 de novembro de 2015)

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Abacate recheado e as dicas para cozer - e descascar - ovos na perfeição

Há dias em que o tempo e a disposição para preparar um jantar saudável e cheio de pinta é praticamente nula. Assim, receitas de fácil e rápida execução são sempre ótimas aliadas nestas alturas.

Esta pasta de abacate é um exemplo de que é possível preparar, em menos de 13 minutos, uma refeição saudável e cheia de sabor! Pode ser servida como refeição mais leve ou como entrada.

Se ainda não tiveram oportunidade de experimentar microvegetais, não deixem de visitar o site da  Life in a Bag: mais um projeto 100% português, 100% "verde" e cheio de qualidade que permite que seja possível ter uma hortinha dentro de casa cultivando os nossos próprios vegetais e ervas aromáticas biológicos.

Aproveito também para deixar umas dicas “preciosas” que nos permitem cozer e descascar ovos na perfeição!

Para cozer ovos na perfeição só precisamos de seguir os seguintes passos:

1. O ovo tem de estar à temperatura ambiente. Se guardarem os ovos no frigorífico, devem retirar os ovos do frigorífico meia hora antes da utilização;

2. Colocar o ovo num tacho e cobrir com água fria de modo a que o ovo fique cerca de 2 cm abaixo da superfície;

3. Levar ao lume e, assim que a água levantar fervura, deixar cozer, em lume baixo, durante 12 minutos.

Para descascar o ovo rapidamente, basta colocar o ovo numa taça com água gelada, durante breves segundos, e a casca sairá sem dificuldade.

Se utilizarem ovos bem frescos, podem adicionar uma colher de café de bicarbonato de sódio aquando da cozedura para ajudar a descascar.

Ingredientes
1 ovo
1 abacate bem maduro
1 limão pequeno
4 delícias do mar
1 iogurte natural sem açúcar
sal q.b.
pimenta rosa q.b.
microvegetais de mostarda Life in Bag q.b.
azeite q.b.

Colocar o ovo num tacho e cobrir com água fria. 

Levar a lume alto até ferver e deixar cozinhar, em lume baixo, durante 12 minutos.

Retirar do lume, passar o ovo por água fria e descascar.

Cortar o abacate ao meio e retirar o caroço.

Com ajuda de uma colher, retirar a polpa do abacate e colocar numa taça.

Adicionar o sumo do limão, o ovo cozido, as delícias do mar e o iogurte natural.

Com ajuda de um garfo, “esmagar” todos os ingredientes até obter uma basta homogénea mas com textura.

Temperar com sal e pimenta rosa moída na hora.

Dividir a pasta de abacate pelas duas metades do abacate.

Antes de servir, terminar com microvegetais de mostarda e temperar com um fio de azeite e grãos de pimenta rosa a gosto.






domingo, 25 de outubro de 2015

Os 12 meses do bebé e a diversificação alimentar: "luz verde" para (quase!) todos os alimentos e a receita de muffins de maçã e especiarias que os bebés são devorar!

No fim-de-semana passado, a melhor pediatra do mundo (MPM) veio visitar-nos e aproveitou para fazer a consulta dos 12 meses ao pequeno FM.

Tal como os 4 meses, os 6 meses e os 9 meses, os 12 meses são um marco na diversificação alimentar do bebé.

A etapa dos 12 meses é marcada, essencialmente, pela "luz verde" para (quase!) todos os alimentos.

A partir dos 1.º ano de vida do bebé, a alimentação do bebé passa a conta com...

1. Mel 

Com bom senso - e em pouca quantidade - podemos oferecer mel ao bebé como adoçante natural. O mel tem inúmeros benefícios especialmente no combate a infeções reforçando o sistema imunitário do bebé.

2. Especiarias doces e ervas aromáticas

As ervas aromáticas podem começar a ser introduzidas a partir dos 6 meses - especialmente funcho/erva-doce e sementes de coentros por serem bons aliados no combate aos gases dos bebés e terem propriedades relaxantes e anti-inflamatórias.

A hortelã pimenta, salsa, cebolinho, oregãos e manjericão devem ser introduzidos, espaçadamente, para nos certificarmos que não existe nenhuma reação alérgica permitindo também a adaptação aos novos sabores. Contudo, os 12 meses têm sido apontados pelos especialistas como a etapa consensual para a utilização plena das mesmas.

Devemos estimular e desenvolver o paladar do bebé introduzindo novos sabores pois só assim conseguiremos ter pratos ricos, saborosos e reduzir (ou até eliminar) o consumo de sal.

As especiarias não devem ser introduzidas antes dos 12 meses.

A partir dos 12 meses, temos luz verde para a introdução de especiarias "doces" (baunilha, canela, anis, açafrão, noz moscada, cominhos, cravinho da índia) continuando vedada a utilização de especiarias picantes (qualquer tipo de pimenta).

O "gosto" ensina-se, estimula-se e vai sendo construído e consolidado ao longo da nossa vida apresentando-se como um processo de aprendizagem como tantos outros.

Não tenham receio de "arriscar" pois as crianças são, em geral, muito abertas a novos sabores e texturas dado não estarem "formatadas" para o padrão de alimentação tradicional, muitas vezes tão pouco "interessante".

Devemos ter especial cuidado ao comprar especiarias e ervas aromáticas (secas) pois estas devem ser de boa qualidade e o processo de secagem/desidratação tem de ser devidamente controlado sob pena de causar problemas na saúde do bebé (e dos adultos!). Devem ser cozinhadas juntamente com os outros alimentos para que nos certifiquemos da eliminação de qualquer microorganismos prejudiciais ao bebé.

As especiarias e ervas aromáticas secas devem ser guardadas num local seco e fresco e bem seladas para preservarem as suas características. JAMAIS deve ser adoptada a "prática" comum de as guardar junto do fogão!

3. Sal

A partir dos 12 meses é possível - se os pais desejarem - introduzir (uma pitada de) sal na alimentação do bebé.

Se possível, deve ser utilizado sal iodado (enriquecido com iodo), sempre com uma boa dose de bom senso!

4. Carne de vitela

A partir dos 12 meses podemos introduzir carne de vitela na alimentação do bebé.

Contudo, devemos continuar a privilegiar o consumo de carnes brancas e magras (frango, galinha, peru, coelho, avestruz) continuando sempre com o cuidado de as cozinhar bem e de lhes retirar toda a gordura visível dada a sua especial aptidão para potenciar o aumento de peso e o aumento do "mau colesterol" - LDL.

E aos 12 meses, continuam a estar "vedados"...

1. Marisco

Devido ao potencial risco alergénico (e muitas vezes tóxico!).

2. Carne de porco

Devido ao potencial risco alergénico.

3. Especiarias picantes

4. Frutos vermelhos

Morangos, amoras, framboesas devem ser evitados devido ao potencial risco alergénico.

5. Chás (e não tisanas ou infusões), café, bebidas estimulantes e sumos

Tendo em conta o teor de cafeína que os chás e outras bebidas estimulantes contêm, continuam a não ser permitidos na alimentação do bebé.

Os sumos, devido ao elevado teor de açúcar e outros componentes, também devem continuar excluídos da alimentação do bebé.

6. Chocolate

Devido ao potencial risco alergénico. E, claro, além da questão do teor de açúcar que contém...

7. Açúcar

Aconselho, vivamente, a leitura desta reportagem (grande reportagem SIC) para que todos fiquem esclarecidos sobre o tema e possam fazer as suas escolhas de forma esclarecida: "Somos o que comemos". A reportagem, em formato visual, pode ser encontrada aqui.

8.Iogurtes "normais"

Devem continuar a ser oferecidos iogurtes elaborados com leite de transição.

9. Leite de vaca 

Um tópico que, nos últimos tempos, tem gerado uma grande discussão académica dividindo opiniões de todos os especialistas.

Contudo, a maioria dos profissionais não aconselha, de todo, a sua introdução antes dos 2-3 anos de idade.

Se a mãe já não amamenta, é aconselhável a manutenção do leite de transição (leite em pó).

Continuar os BONS HÁBITOS alimentares

Relativamente à logística da preparação de refeições, cada família terá, seguramente, a sua própria dinâmica.

Se introduzirem sal na alimentação do bebé, podem reduzir (ou acabar!) com a logística de fazer sopas diferentes para pais e bebés.

Nesta fase, o bebé deve continuar a fazer as duas refeições principais (almoço e jantar) começando com sopa e, de seguida, introduzir o segundo prato.

Como todos sabemos, para qualquer bebé é mais interessante partilhar o segundo prato com os pais - diretamente do prato dos pais! - do que comer no seu próprio prato.

Como explicava a MPM, faz parte da nossa cultura ancestral o sentimento de partilhar a refeição com os adultos por ser uma forma de integração na "matilha"! Por isso, se assim entenderem, podem oferecer a sopa ao bebé e, de seguida, partilhar o segundo prato com o bebé tornando a refeição num momento em família introduzindo e consolidando a importância do momento da refeição em conjunto.

Os bebés que apresentam (ou continuam a apresentar) mais resistência aos pratos sólidos, devem comer sopa com peixe, carne ou ovo (alternadamente - e caso não apresente qualquer alergia a nenhum dos elementos - para que não haja um excesso de proteína para o organismo) garantindo, desta forma, a ingestão das proteínas necessárias ao seu desenvolvimento. "Petiscarão" o segundo prato com os pais para que, a seu tempo, se consolide a introdução de um segundo prato sólido na íntegra.

Nesta fase, devemos continuar a privilegiar sopa com texturas diferentes para que o bebé desenvolva e estimule a mastigação.

Quanto às principais fontes de hidratos de carbono (papas/pão): devemos continuar a optar por cereais parcialmente refinados - tal como o devemos fazer na nossa alimentação - e continuar a privilegiar, se possível, a elaboração de papas caseiras e oferecer pão caseiro. Sempre que possível, devemos optar por pão sem sal ou com baixo teor de sal e sem adição de outros ingredientes (leite, açúcar, ovos) e aditivos.

Como sabem, aos 7 meses introduzi a cenoura crua na alimentação do FM para estimular e promover a mastigação do bebé e, ao mesmo tempo,  atenuar o desconforto do nascimento dos primeiros dentes (ver mais dicas sobre este tema aqui).

Fui introduzindo também maçã e pêra cruas e a aceitação foi ótima!

Devemos continuar a estimular a mastigação oferecendo ao bebé fruta crua e legumes crus (cenoura, aipo, acabate entre outros) não ficando reduzidos ao típico "pão e bolachas" para estimular a mastigação.

O consumo de produtos de qualidade, de preferência biológicos e na sua forma natural, deve se um hábito implementado desde o primeiro dia e continuado ao longo da vida, quer para o bebé/criança, quer para os pais.

Os hábitos alimentares das crianças são aqueles que vivenciam em casa e que lhes são incutidos.

Todos nós (pais e educadores) temos a responsabilidade de fomentar bons hábitos alimentares em família, com rigor (mas sem fundamentalismos), pois só assim conseguiremos criar crianças - futuros adultos - saudáveis.

A alimentação é, cada vez mais, vista como um elemento profilático - prevenção de doenças -  e, por isso, juntamente com uma boa dose de bom senso e de conhecimento, cada família fará as escolhas que entenda serem as mais adequadas para os seus filhos.

Com a diversificação alimentar - especialmente nesta fase - cada família, de acordo com a sua dinâmica e opção alimentar - deve estar esclarecida e consciente que a adoção de cada escolha comportará certos riscos que estarão/não dispostos a assumir.

NUNCA se esqueçam que cada criança é uma criança e que as dicas que aqui partilho poderão não ser as mais adequadas para os vossos filhos. Não deixem de consultar o vosso pediatra que melhor adequará a diversificação alimentar tendo em conta as características do vosso bebé!

Por fim, partilho uma receita deliciosa de muffins para os bebés com mais de 12 meses e que, seguramente, será também devorada pelos pais!


Quadro-resumo 
A diversificação alimentar no primeiro ano de vida do bebé

4 meses
6 meses
9 meses
12 meses
Fruta
Banana
Maçã
Pêra
Abacate
Ameixas
Damasco
Laranja
Marmelo
Melancia
Melão
Meloa
Manga
Papaia
Uva
Diospiro Nêsperas
Ananás
Citrinos*
Frutos vermelhos
Maracujá
Vegetais
Legumes
Leguminosas
Abóbora
Alface
Alho
Alho Francês
Batata
Batata doce
Cebola
Cenoura
Curgete
Alho Francês
Agrião
Acelgas
Beringela
Bróculos
Chuchu
Couve-glor
Espinafres
Feijão-verde
Couve coração-de-boi*
Couve-branca*
Leguminosas*  (feijão, grão, favas, ervilhas)
Nabiça*
Nabo*
Tomate*
Pimento
Beterraba

Cereais
Sem glúten
-farinha de arroz
-aveia (sem glúten)
Introdução de cereais com glúten:
-pão
-trigo

 ---
 ---
Carne
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Carnes magras:
-Avestruz
-Borrego
-Coelho
-Frango
-Perú
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Vitela
Peixe
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---
- Salmão
- Dourada
- Robalo
- Peixe-espada
- Bacalhau (fresco)
- Atum (fresco)
- Linguado
- Maruca
- pescada
 ---
Lacticínios e ovo
---
Iogurte com leite de transição
Gema + clara (1 ovo por semana)
---
Condimentos e temperos (sal, ervas aromáticas e especiarias)

1 fio de azeite em cru na sopa
Sementes de coentros

Funcho
- Salsa  
Especiarias doces:

- Açafrão
- Baunilha
- Canela
- Cravinho
- Cardamomo
- Mel
- Noz moscada

Sal fortificado com iodo (com muito bom senso e moderação!) 

* Podem introduzir-se antes segundo orientação do vosso pediatra!


Muffins de maçã com especiarias (+ 12 meses)

Ingredientes
100 g de farinha
2 colheres de sopa de mel de montanha
1 ovo biológico
1 colher de chá de canela em pó
1/2 colher de chá de erva doce
50 ml de azeite (ou óleo de girassol)
1 maçã

Pré-aquecer o forno a 200.º C.

Colocar as formas de papel dentro das formas de muffins/queques.

Numa taça, misturar a farinha, o mel, o ovo, o fermento em pó, a canela e a erva doce.

Adicionar  o azeite aos elementos secos e envolver bem com uma vara de arames.

Adicionar os cubos de maçã, delicadamente, à massa.

Dividir a massa pelas formas enchendo cada forma até 3/4.

Levar ao forno cerca de 15 minutos ou até estarem dourados e o teste do palito sair seco.

Retirar do forno e deixar arrefecer, totalmente, em cima de uma rede.

Antes de servir, polvilhar com canela em pó.




sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Creme de ervilhas com tiras de presunto pata negra

Ontem apeteceu-me uma sopa leve, cremosa e cheia de sabor.

Fiz uma das minhas sopas preferidas e apercebi-me que ainda não tinha partilhado a receita no blog!

Este creme de ervilhas é tão saudável quão cremoso e delicioso: uma sopa sem batata e sem refogado.

Uma excelente opção para um jantar leve e tardio mas extremamente reconfortante.

Quem não gostar de presunto ou quiser a versão completamente light desta sopa, basta eliminar as tiras de presunto e garanto que fica igualmente divinal!

Uma receita que aprendi, há mais de 12 anos, com uma grande chef - e amiga! - italiana.

Ingredientes 
2 chalotas grandes
2 dentes de alho
400 g de ervilhas (grão)
sal q.b.
azeite q.b.
1 ramo de hortelã
água q.b.
2 fatias de presunto pata negra

Descascar a cebola, os dentes de alho e partir tudo grosseiramente.

Colocar a cebola e o alho partidos num tacho e adicionar as ervilhas.

Temperar ao sal, com um fio de azeite, hortelã e cobrir com água.

Levar ao lume alto até ferver e deixar cozinhar, em lume médio, 10-12 minutos ou até a cebola estar macia.

Retirar o ramo de hortelã e triturar no liquidificador.

Partir as fatias de presunto em pequenas tiras.

Aquecer uma frigideira antiaderente e colocar os pedaços de presunto, durante breves minutos, até ficarem crocantes.

Distribuir a sopa numa taça e adicionar as tiras de presunto, um fio de azeite e um ramo de hortelã fresca a gosto.


(Tigela de sopa, Loiça Portuguesa, da minha bisavó)